Setor a setor, não à peça
Já trabalhei o que decide o ranking em catorze setores. Entras num plano que sabe onde os teus clientes procuram, em vez de começar do zero.
SEO para empresas não é uma receita igual para toda a gente. Uma clínica compete no mapa do Google e vive de avaliações; um escritório de advogados compete em confiança e conteúdo; um hotel compete com a Booking. Nesta página encontras o que muda no teu setor, o guia gratuito para cada um e o serviço com que te ajudo a ser encontrado por quem já quer comprar.
Já trabalhei o que decide o ranking em catorze setores. Entras num plano que sabe onde os teus clientes procuram, em vez de começar do zero.
Falas com quem faz o trabalho. Sem gestor de conta, sem pacote fechado, sem fidelização de doze meses.
Chamadas, formulários e marcações no Google Analytics. Posições e visitas são o caminho, não o destino.
Ferramenta gratuita: responde a 12 perguntas e vê o resultado no ecrã, com a medição real da Google. Eu confirmo-o em 48 horas.
12 perguntas e a velocidade real do teu site medida pela Google. Descobre em que estado está o teu site — técnico, conteúdo, autoridade e local — e que serviço faz sentido.
Fazer o diagnóstico SEOO Google não mostra a mesma coisa a quem procura "dentista em Lisboa", "advogado de trabalho" ou "hotel no Porto com piscina". No primeiro caso mostra o mapa com três fichas; no segundo, artigos e páginas de escritórios com nome e cara; no terceiro, a Booking, o Trivago e depois os hotéis. Se o teu SEO ignora isto, estás a otimizar para uma pesquisa que o teu cliente nunca faz.
É por isso que o SEO para empresas que faço começa sempre pela mesma pergunta: o que é que o Google decide mostrar quando o teu cliente procura o que tu fazes? A resposta muda o plano inteiro — onde investir primeiro, que páginas criar, se o Perfil de Empresa vale mais do que o site, se o conteúdo tem de convencer ou só de aparecer.
Nos últimos meses documentei essa resposta para catorze setores, um guia gratuito por setor. Estão abaixo. Lê o teu, aplica o que conseguires sozinho — e, se quiseres que seja eu a fazer, o serviço está descrito mais à frente.
Cada cartão resume o que decide o ranking nesse setor e liga ao guia completo, com checklist e prazos realistas. É o mapa do SEO para empresas que uso em cada projeto.

Decide-se no mapa e nas avaliações. Uma ficha por especialidade e por unidade, páginas por tratamento e resposta a todas as avaliações.

Decide-se na confiança: páginas por área de prática, autor com nome e cédula, conteúdo que responde à dúvida antes da consulta — dentro das regras da Ordem.

Decide-se no telemóvel, a cem metros da porta: ficha do Google com ementa, fotografias recentes, horário certo e reservas diretas sem comissão.

Decide-se contra as OTAs: página própria por tipo de quarto e por motivo de viagem, links gratuitos de reserva no Google e a pesquisa pelo nome do hotel a chegar ao teu site.

Decide-se nas reservas diretas: ficha do Google com o registo RNAL, página por apartamento, conteúdo sobre a zona e menos dependência das plataformas.

Decide-se na especialização: páginas por tipo de cliente (trabalhador independente, restauração, alojamento local) e respostas às perguntas fiscais que as pessoas fazem em janeiro e em abril.

Decide-se por bairro: "ginásio perto de mim", horários, modalidades e preços à vista. A ficha do Google e as avaliações valem mais do que o site inteiro.

Decide-se no que o Google não vê: os melhores portefólios são imagens sem texto. Páginas por tipo de projeto, honorários à vista e imagens que o Google consegue ler.

Decide-se nos orçamentos diretos: página por tipo de obra, portefólio que prova, alvará à vista e Perfil de Empresa por concelho — sem pagar às plataformas de leads.

Decide-se em três pesquisas: "escola de condução perto", "carta de condução preço" e as dúvidas do exame. Uma página para cada, e a ficha do Google com preços.

Decide-se na urgência e na proximidade: ficha do Google com horário de urgências, páginas por serviço e por espécie, e avaliações respondidas.

Decide-se nas fotografias e na marcação: ficha do Google com serviços e preços, marcação online ligada, fotografias do trabalho e não do salão vazio.

Decide-se no orçamento rápido: páginas por tipo de mudança e por zona, formulário curto, e a ficha do Google com áreas de serviço em vez de uma morada única.

Decide-se na arquitetura: categorias que correspondem a pesquisas, fichas de produto únicas, filtros que não criam milhares de URLs e velocidade no telemóvel.
Se só tiveres um minuto, esta tabela diz-te onde está o jogo no teu setor e qual é o primeiro passo — o que faria na primeira semana de um projeto de SEO para empresas como a tua.
| Setor | Onde se decide o ranking | Primeiro passo |
|---|---|---|
| Clínicas, dentistas, veterinários | Mapa do Google + avaliações | Reclamar e completar a ficha por unidade e especialidade |
| Advogados, contabilistas, consultores | Confiança e conteúdo por área | Uma página por área de prática com autor identificado |
| Restaurantes, cabeleireiros, ginásios | Pesquisa "perto de mim" no telemóvel | Ficha do Google com horário, preços e fotografias deste mês |
| Hotéis e alojamento local | Reservas diretas vs. plataformas | Links gratuitos de reserva no Google e página por tipo de quarto |
| Obras, mudanças, oficinas | Orçamento direto vs. plataformas de leads | Páginas por tipo de serviço e áreas de cobertura na ficha |
| Arquitetos e criativos | Portefólio que o Google consegue ler | Texto, títulos e alt nas páginas de projeto |
| Lojas online | Arquitetura e fichas de produto | Categorias alinhadas com a procura; filtros sem URLs duplicados |
O guia do teu setor diz-te o que fazer. O serviço é eu fazê-lo contigo — ou por ti. Funciona em quatro frentes, e nem todas as empresas precisam das quatro:
Tudo medido no que interessa a uma empresa: contactos, marcações e pedidos de orçamento no Google Analytics, com um relatório mensal que lês em cinco minutos. É isto que distingue SEO para empresas de SEO para relatórios.
Quando uma PME procura "empresa de SEO", encontra sobretudo agências: um comercial na primeira reunião, um gestor de conta a partir da segunda, e um pacote mensal igual para o dentista e para a loja online. Funciona para orçamentos grandes e para quem precisa de dez mercados ao mesmo tempo.
Para a maioria das empresas em Portugal — locais, com um ou dois concorrentes a sério e um orçamento que tem de dar retorno — um consultor que conhece o setor, que faz o trabalho ele próprio e que te explica cada decisão em português claro chega mais depressa ao resultado. É esse o meu modelo: sem pacote fechado, sem fidelização, e com a mesma pessoa do diagnóstico ao relatório. Comparo os dois modelos em detalhe em como escolher um consultor SEO — e é a diferença que mais pesa no SEO para empresas pequenas e médias.
Faz sentido se os teus clientes te procuram no Google antes de decidir — e em quase todos os setores acima procuram; se dependes demasiado de anúncios ou de plataformas que cobram comissão por cada cliente; e se tens paciência para um processo de dois a doze meses, consoante o setor, com resultados que ficam.
Não faz sentido se precisas de clientes esta semana (aí são anúncios, e digo-te como fazê-los sem desperdício), se o negócio vive só de referências e não quer crescer por pesquisa, ou se o critério principal é o preço mais baixo — há propostas mais baratas, e costumam custar mais ao fim de um ano.
Sem compromisso. Percebo o setor, o site e o que já tentaste.
Em 48 horas recebes, em português claro, o que corrigir primeiro e o que isso pode valer.
Valor, prazo e entregáveis por escrito. Só pagas se avançares.
Faço o trabalho, medimos em contactos e ajustamos mês a mês.
Depende do setor, da concorrência e do estado do site. Um negócio local com dois ou três concorrentes a sério precisa de muito menos do que uma loja online nacional. Depois de uma conversa gratuita de 30 minutos recebes uma proposta com valor fechado, prazo e entregáveis — e a manutenção do site, se a quiseres, tem planos com preço fixo desde 69 € por mês.
As correções técnicas e o Perfil de Empresa notam-se em semanas. Nos setores locais — clínicas, restaurantes, oficinas, cabeleireiros — as primeiras subidas no mapa aparecem em dois a três meses. Em setores nacionais e competitivos, como lojas online ou hotéis, conta com seis a doze meses para resultados sólidos. Quem promete a primeira página em trinta dias está a vender-te outra coisa.
Sim. Os catorze setores da página são os que já documentei em guias; o método é o mesmo para qualquer empresa que dependa de clientes a procurá-la no Google — oficinas, imobiliárias, dentistas, escolas, empresas de limpeza, consultoras. Na primeira conversa digo-te se faz sentido e o que faria primeiro.
Não. Numa empresa local o que pesa é o Perfil de Empresa do Google, as avaliações, a morada e as páginas por localidade; o site é o apoio. Numa empresa nacional pesa a arquitetura do site, o conteúdo por serviço e a autoridade do domínio. A maior parte das PMEs em Portugal é local — e é aí que o retorno é mais rápido.
Na maioria dos casos, não. Começo por avaliar se o site atual aguenta o plano; se aguentar, otimizo o que existe. Só recomendo um site novo quando a base é lenta, insegura ou impossível de estruturar — e nesse caso construo-o já preparado para o Google, em WordPress ou em site estático.
Sim, em todo o país — a maior parte do acompanhamento é por e-mail e videochamada. Tenho base em Lisboa, no Porto e em Torres Vedras, e clientes do Algarve ao Minho.
Sou consultor SEO e crio sites profissionais em Lisboa, com clientes em todo o país. Trabalho diretamente contigo — sem agências pelo meio, sem relatórios que ninguém lê. O objetivo é simples: que o teu negócio apareça no Google quando alguém procura o que fazes.
Trinta minutos, sem compromisso. Olho para o teu site, para o teu setor e para quem está à tua frente no Google, e digo-te com franqueza o que faria primeiro.